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Sempre que se fala em ásana, logo pensamos nas belíssimas técnicas corporais que um praticante do Método DeRose torna-se capaz de realizar. Mas será que o ásana é apenas uma técnica corporal? Não. Ele é muito mais. Ásana é todo um conjunto de técnicas que envolvem a participação do corpo físico, emocional e o mental. É este conjunto em sincronia perfeita que promove uma rápida aceleração evolutiva.Conquistado este "estado de ásana", consegue-se desenvolver com muita facilidade o tônus muscular e a flexibilidade.
Além disto os ásanas são excelentes ferramentas para o auto-estudo e a percepção de suas emoções bem como a reação diante delas. Um verdadeiro mergulho em si mesmo, descobrindo os seus reais limites e como superá-los.
Conteúdo:
- Ásana - apenas o corpo?
- Obstáculos que nos colocamos
- As emoções e nossas reações? O que realmente importa?
- Os obstáculos reais. Como superá-los.
- Tapas - a auto-superação (tamas, rajas, satwa). Swádhyáya - o auto-estudo
- As características do ásana. 1) técnica corporal. 2) respiração. 3) atitude interior
- A respiração e as emoções.
- Levando nossas descobertas para a vida diária.
- Desenvolvendo força, tônus muscular e flexibilidade sem agredir o corpo.
- Desvendando a força interior.
Para participar:
Dia : 5/12 – Sábado às 15 horas
Investimento: R$ 90,00
Inscrições até o dia 27/11 – R$ 75,00
Apenas 20 vagas. Reserve já a sua.
Em Janeiro de 2010 iremos iniciar a turma de treinamento avançado. Para participar desta turma selecionaremos apenas alguns alunos mais dedicados e preparados para tal treinamento. Caso você tenha interesse em participar fale com seu instrutor.
O treinamento avançado é um programa para evolução acelerada em Nossa Cultura. Aborda todo o conteúdo do curso básico, o estudo de cada anga, práticas avançadas e re-educação comportamental. Ele visa levar o praticante a vivenciar de forma plena e profunda o Método DeRose, proporcionando uma quebra de paradigmas e a transformação do indivíduo, tornando-o mais lúcido e consciente.
1) Tempo;
O curso terá a duração de 8 meses.
2) Aulas:
As aulas acontecerão aos sábados quinzenalmente, sempre começando às 15 horas e com horário de término previsto para às 19 horas. As datas das aulas serão passadas no primeiro dia do curso, mas poderão ser modificadas de acordo com a necessidade do grupo.
Nos dias do curso haverá também um sádhana especial para os alunos do treinamento. A prática será das 8 horas até as 10 horas variando a intensidade de cada anga de acordo com o que estaremos estudando.
Além destas aulas, eventualmente será agendado treinamentos aleatórios com conteúdo a ser definido.
3) Conteúdo:
O curso abordará os temas relacionados com :
a. Yôga : a parte técnica (práticas avançadas, estudo de cada anga do sádhana, evolução técnicas na prática);
b. Sámkhya: a teoria que completa e explica o Nosso Método (teoria geral, histórica, filosófica)
c. Tantra: re-educação comportamental (atuação no comportamento e hábitos do praticante reforçando a habilidade de relacionamento humano)
4) Metodologia:
Serão realizados treinamentos técnicos (práticas), aulas teóricas, recursos visuais (vídeos), material didático, cd’s, trabalhos em grupo, trabalhos individuais, desafios e metas.
Palestra inaugural para maiores informações: Dia 23/1/2010 às 15 horas.



Copo meio cheio ou meio vazio?
Você deve conhecer bem este velho teste. Olhando para um copo em que a água esteja pela metade, qual a sua visão? Ele está meio cheio ou meio vazio? A resposta indica o grau de otimismo da pessoa.
Aquele cujo copo está sempre meio vazio, provavelmente seja uma pessoa que tenha o hábito de olhar a vida e os acontecimentos por uma ótica pessimista e inconformada. Já aquele para quem o copo sempre meio cheio, provavelmente, tenha maior otimismo.
Recentemente, percebi que esta abordagem tem alguns detalhes importantes a serem observados para que cheguemos a uma resposta mais coerente. Simplesmente dizer que está meio cheio não basta. É preciso ir além e observar outras coisas importantes. Dizer que está meio vazio, também não basta. Há outras variantes importantes nesta equação.
Em Nossa Cultura aprendemos alguns conceitos interessantes que nos fazem perceber a vida por outros ângulos. Estes, nos apresentam horizontes muito mais amplos e a capacidade de ver a vida muito além do certo ou errado. Cheio ou vazio. Preto ou branco. (assista a entrevista do Mestre DeRose e veja como ele expõe este conceito)
Trazendo para a prática do Nosso Método, ou mesmo para a nossa vida (aliás, a prática na verdade é apenas um treinamento para a vida), o copo representa a prática (vida) e o seu conteúdo, qualquer fato, circunstância ou mesmo a vida como um todo. A observação e o julgamento que damos ao copo revela a nossa percepção, nossa atitude.
Assim, vamos olhar por outro prisma este copinho.
O primeiro conceito que o Nosso Método nos apresenta denomina-se Sântosh, que traduz-se como contentamento. Ele nos ensina a arte de extrair de todas as circunstâncias e situações uma gostosa sensação de bem-estar e satisfação. Este sentimento deve estar presente em todos os momentos da prática e mesmo em cada instante de nossa vida.
Assim, olhando para o copo o primeiro passo é desenvolver o sentido de satisfação pelo que ele nos apresenta. Não importa se ele esta apenas pela metade, o importante que você se sinta bem, que esteja satisfeito com o que tem dentro dele.
Sendo um pouco mais objetivo. Na prática por exemplo, não importa se você ainda não consegue encostar a cabeça no joelho enquanto faz uma flexão para frente, o importante é que aquele instante seja agradável. O que mais interessa na prática é que seja gostoso estar ali. Encostar a cabeça ou não será mera conseqüência. Na vida é a mesma coisa. Não importa, por exemplo, se sua casa é pequena ou grande, seu carro velho ou novo. O importante é estar satisfeito e feliz com o que tem. Do que adiantaria ter um carro novinho, último modelo, se você não se sentir bem e não estiver feliz?
Neste ponto você deve estar pensando: “Mas daí não estaríamos sendo acomodados?” É exatamente este o problema de simplesmente olharmos o copo pelo ponto de vista “meio cheio”. Ele nos leva a uma acomodação e aceitação passiva do que nos é apresentado. E ai? O que fazer?
O Mestre DeRose, ao nos expor este conceito no código de ética do Yôgin, que se encontra no seu livro Tratado de Yôga, apresenta um preceito moderador. Este preceito diz que embora desenvolvamos a habilidade satôsha, isso não deve conduzir a uma estagnação. É importante que continuemos atentos para um constante crescimento. Esta busca por uma evolução constante pode ser entendido através de outro conceito presente no mesmo código de ética.
Ele se denomina Tapas que significa auto-superação. Tapas pode ser melhor entendido como esforço sobre si mesmo. Representa a constante e permanente busca pela perfeição. Um esforço eterno para a cada dia se tornar melhor.
Agora sim, podemos entender bem o copo. Que ótimo que ele esta pela metade, mas ainda não esta 100% completo, então, tenho que continuar até enchê-lo completamente.
Na vida isto se traduz em dar o melhor de si em um trabalho, uma tarefa ou em qualquer outra coisa e desenvolver satisfação pelo que alcançou. Mas com a seguinte postura: “da próxima vez posso fazer ainda melhor.”
Precisa dizer algo quanto a prática?
É a mesma coisa. Dê o seu melhor em cada sádhana (prática) contente-se e desfrute o prazer de cada técnica. Mas da próxima vez você fará ainda melhor.
Como nos ensina o Mestre DeRose: “Foi bom, mas pode ser ainda melhor.”
Isso é parte do Nosso Método. Comece a olhar tudo o que você faz em sala de aula como um treinamento para a vida. Leve o que aprendeu de si mesmo com as técnicas para o seu dia-a-dia.

Quando um aluno novo começa a praticar e ler os nossos livros, muitas vezes desenvolve-se certa fantasia quanto aos escritores. O mesmo que se desenvolve com pessoas famosas e celebridades. Isso parece ser normal em todos os seres humanos. Uma tendência a idolatrar pessoas que estão em destaque na sociedade. Tanto que muitas vezes ouvimos a pergunta: Você conhece o DeRose?
Lembro-me que certa vez fomos ao Festival Internacional do Rio de Janeiro e levamos alguns alunos que praticavam a poucos meses e estavam super excitados com o evento. Uma aluna do grupo, que inclusive, hoje é instrutora, veio comentar: “Nossa que legal, todas as aquelas pessoas das fotos das revistas do SwáSthya, o Mestre DeRose, estão todos aqui! Nunca imaginei conhecer todos eles assim. É muito legal, estou almoçando ao lado deles!
Para ela, naquele momento o Mestre DeRose deixava de ser alguém que parecia inatingível, um ser de outro planeta. Ele se tornava apenas o homem Mestre DeRose.
Para quebrar este estereótipo e levar você a se aproximar mais do Mestre DeRose decidi escrever este pequeno texto sobre como o conheci. Assim espero que você perceba que ele é um ser humano como todos nós. Uma pessoa singela, mas cujo o conhecimento e a autoridade dentro do Yôga não se discuti.
Em 1998, encontrei em minha casa um velho livro intitulado Prontuário de Yôga Antigo. Este foi o primeiro livro que DeRose escreveu. O livro que encontrei havia sido ganhado por meu pai de um amigo na década de oitenta. Ou seja, há quase 20 anos. No entanto, ele estava lá intacto, novinho.
Não posso dizer que simplesmente o li, eu o devorei. Estudei cada parte dele e comecei a colocar em prática as técnicas ali ensinadas. Foram vários meses estudando e praticando com apenas este livro. Após certo tempo, decidi procurar um pouco mais. Encontrei em algumas livrarias, aqui mesmo em Goiânia, outras obras dele. Entre elas o Faça Yôga antes que você precise, que era a evolução do meu Prontuário. Claro, comprei tudo o que achei e consegui dar um salto em minhas práticas.
Através destes novos livros, encontrei os endereços de escolas credenciadas e entrei em contato. A primeira delas foi a sede central no Rio. Um fato: embora tenha sido a primeira escola que tive contato, até hoje não a conheço. Irei lá ainda este ano!!!
Conversei com o instrutor César Campelo e dele comprei vários outros materiais para me aprimorar. Alguns deles foram: Yôga, Mitos e Verdades, Cd- Prática Básica, Cd- Relax – reprogramação emocional e alguns vídeos do Curso Básico de Yôga.
Depois de alguns meses comprei outros materiais. Desta vez com a instrutora Chandra DeRose, filha do Mestre DeRose. Que então trabalhava na sede central em São Paulo. Nesta ocasião ocorreu um fato interessante. Um dos livros que comprei, o Yôga Sútra de Pátañjali – Mestre DeRose, veio com erro de impressão e faltava quase todo os versículos do último capítulo. Quando falei com Chandra, ela foi muito solicita e realizou a troca do livro prontamente. No entanto, para minha surpresa ela enviou também um exemplar do livro Yôga e consciência de Antônio Renato Henrique. Este gesto custou pouquíssimo à escola, mas teve um impacto gigante para mim. Jamais me esquecerei desta demonstração de carinho e respeito. Ali eu descobria a força destes sentimentos em Nossa Cultura.
Após alguns anos, decidi que iria me tornar instrutor e trabalhar com o Método DeRose. Para isso comecei a praticar na Unidade Asa Norte em Brasília, com a Professora Maria Tereza Milanez, minha monitora e o instrutor Isaac Freire.
Nossa que diferença. Minha prática entrou em uma curva ascendente de desenvolvimento. Tudo que eu tinha dificuldades, ou não entendia bem, foi rapidamente clarificado com as instruções de minha professora.
No final do ano dois mil finalmente fui a São Paulo participar de um curso com o Mestre DeRose. Fiz o curso na sede central, em São Paulo. Na própria casa do Mestre. Que sensação deliciosa, eu estava ali na sala na qual foram filmadas todas aquelas aulas teóricas que eu assistia em minha casa. A sala que para mim parecia tão longe, agora eu estava nela.
Foi um momento marcante. A primeira vez que lhe dei um abraço e pude conversar sobre meus planos para o futuro. Ali eu percebia que aquele homem , autor de tantos livros que eu admirava, era um homem comum e que estava de braços abertos para receber todos os que compartilham este ideal de vida. Aberto a dividir, ensinar e orientar a todos.
Com a força de vontade em alta, e carregado de entusiasmo, iniciei ali a minha carreira nesta profissão fantástica.
E vc? Conhece DeRose? Deixe aqui, nos comentários, como você o conheceu.
Este é o titulo do novo livro do Mestre Edgardo Caramella. Nele, Edgardo expõe com uma visão clara e muito coerente os ensinamentos do Yôga antigo. Um livro que nos faz relembrar a verdadeira proposta de Nosso Método, levar para a vida diária aquilo que aprendemos dentro da sala de práticas através do conjunto de técnicas poderosas do SwáSthya.
Veja um pouco do livro:
Pág. 115
Filosofía de vida
Optimismo para lograr objetivos
Para alcanzar un estado de pleno rendimiento, de realización máxima, hay que comenzar por comprender y aceptar que la voluntad es una fuerza consciente. Esa fuerza se manifiesta como un fuerte deseo de éxito y con el sentimiento de quiero hacerlo, quiero lograrlo y lo haré.
Esto no es un hecho accidental: constituye un compromiso para moverse hacia algo uno quiere realmente y para lo cual habrá que trabajar con empeño.
Para obtener una alta motivación es necesario saber que se trata de un proceso delicado, un acto de integración, en lugar de una imposición de nuestro deseo o fuerza física sobre nuestras capacidades naturales.
Es importante darse cuenta de que el control voluntario de las funciones autónomas no se consigue mediante la fuerza…Se consigue imaginando y visualizando, en un estado descontraído, los cambios que uno desea hacer. Elmer y Alice Green, eminentes psicólogos, internacionalmente reconocidos, en su libro Beyond Biofeedback.
Para ello es muy motivador contar con un ideal, y el SwáSthya lo es. Un ideal que constituye el fin en sí mismo de todas las acciones, de todas las cosas.
Recordemos un fragmento del Juramento del Yôgin, escrito por el Maestro DeRose:
… Yo, partícula infinitesimal de lo Imponderable, juro, y prometo dedicar con trascendente devoción todos mis recursos a esta filosofía de vida, colocando todo por debajo de ella y elevándola sobre todo orgullo y ambición, sobre todo egoísmo e intolerancia, reconociendo el Yôga en su áureo pedestal…
En muchas oportunidades, cuando ya me parecía no tener más fuerzas para seguir luchando, recurrí a este texto. Luego de leerlo, siempre brotó dentro de mí una oleada de energía que me impulsó a continuar.
Los Obstáculos y la sabiduría para enfrentarlos
Hace tiempo, un alumno me acercó una historia anónima que considero sumamente ilustrativa con respecto a nuestra experiencia ante las adversidades que nos presenta la vida.
Cierta vez, la hija de un cocinero se estaba quejando de que la vida era difícil para ella.
El padre la llevó a la cocina, tomó tres calderos, los llenó de agua y los colocó sobre el fuego, esperando hasta que el agua entro en ebullición.
En uno de los calderos colocó zanahorias, en otro colocó varios huevos de gallina y en último, café en polvo.
Al cabo de unos veinte minutos, retiró los calderos del fuego.
Retiró las zanahorias y los huevos y los colocó en dos fuentes, por separado. En una taza, vertió el café previamente colado.
Entonces, cariñosamente, el cocinero pidió su hija que probase las zanahorias. Ella lo hizo y comprobó que estaban muy tiernas.
A continuación le pidió que tomase un huevo y le quitara la cáscara. Ella observó que el huevo se había endurecido con la cocción.
Finalmente, el cocinero le pidió a su hija que tomase un sorbo de café. Ella obedeció y pudo comprobar que el café estaba muy sabroso.
Con el rosto iluminado por una sonrisa, el cocinero el explicó:
- Hija mía, todos elementos enfrentaron la misma adversidad. Sin embargo, cada uno reaccionó de diferente manera. La zanahoria entró en el agua dura e inflexible, y por efecto del agua hirviendo se transformó en tierna y saborosa. Los huevos eran giles. Su fina cáscara protegía el líquido interior. Pero después de cocinados su interior se tornó más duro. El café fue diferente. Después de colocado en el agua hirviendo, cambió al agua.
La hija, agradecida, entendió la enseñanza del sabio cocinero. Siempre pasaremos por obstáculos y adversidades, pero, ¿cómo responderemos al estar en un ambiente adverso?
Para conhecer mais sobre o autor e suas obras acesse:
http://www.edgardocaramella.com.ar/
Com estas pequenas observações você perceberá o quanto a sua prática muda. Ela se torna mais fácil, mais prazerosa e muito mais profunda. Experimente você vai gostar!

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