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Conheci DeRose

terça-feira, 13 de outubro de 2009




Quando um aluno novo começa a praticar e ler os nossos livros, muitas vezes desenvolve-se certa fantasia quanto aos escritores. O mesmo que se desenvolve com pessoas famosas e celebridades. Isso parece ser normal em todos os seres humanos. Uma tendência a idolatrar pessoas que estão em destaque na sociedade. Tanto que muitas vezes ouvimos a pergunta: Você conhece o DeRose?




Lembro-me que certa vez fomos ao Festival Internacional do Rio de Janeiro e levamos alguns alunos que praticavam a poucos meses e estavam super excitados com o evento. Uma aluna do grupo, que inclusive, hoje é instrutora, veio comentar: “Nossa que legal, todas as aquelas pessoas das fotos das revistas do SwáSthya, o Mestre DeRose, estão todos aqui! Nunca imaginei conhecer todos eles assim. É muito legal, estou almoçando ao lado deles!



Para ela, naquele momento o Mestre DeRose deixava de ser alguém que parecia inatingível, um ser de outro planeta. Ele se tornava apenas o homem Mestre DeRose.
Para quebrar este estereótipo e levar você a se aproximar mais do Mestre DeRose decidi escrever este pequeno texto sobre como o conheci. Assim espero que você perceba que ele é um ser humano como todos nós. Uma pessoa singela, mas cujo o conhecimento e a autoridade dentro do Yôga não se discuti.



Em 1998, encontrei em minha casa um velho livro intitulado Prontuário de Yôga Antigo. Este foi o primeiro livro que DeRose escreveu. O livro que encontrei havia sido ganhado por meu pai de um amigo na década de oitenta. Ou seja, há quase 20 anos. No entanto, ele estava lá intacto, novinho.



Não posso dizer que simplesmente o li, eu o devorei. Estudei cada parte dele e comecei a colocar em prática as técnicas ali ensinadas. Foram vários meses estudando e praticando com apenas este livro. Após certo tempo, decidi procurar um pouco mais. Encontrei em algumas livrarias, aqui mesmo em Goiânia, outras obras dele. Entre elas o Faça Yôga antes que você precise, que era a evolução do meu Prontuário. Claro, comprei tudo o que achei e consegui dar um salto em minhas práticas.



Através destes novos livros, encontrei os endereços de escolas credenciadas e entrei em contato. A primeira delas foi a sede central no Rio. Um fato: embora tenha sido a primeira escola que tive contato, até hoje não a conheço. Irei lá ainda este ano!!!
Conversei com o instrutor César Campelo e dele comprei vários outros materiais para me aprimorar. Alguns deles foram: Yôga, Mitos e Verdades, Cd- Prática Básica, Cd- Relax – reprogramação emocional e alguns vídeos do Curso Básico de Yôga.
Depois de alguns meses comprei outros materiais. Desta vez com a instrutora Chandra DeRose, filha do Mestre DeRose. Que então trabalhava na sede central em São Paulo. Nesta ocasião ocorreu um fato interessante. Um dos livros que comprei, o Yôga Sútra de Pátañjali – Mestre DeRose, veio com erro de impressão e faltava quase todo os versículos do último capítulo. Quando falei com Chandra, ela foi muito solicita e realizou a troca do livro prontamente. No entanto, para minha surpresa ela enviou também um exemplar do livro Yôga e consciência de Antônio Renato Henrique. Este gesto custou pouquíssimo à escola, mas teve um impacto gigante para mim. Jamais me esquecerei desta demonstração de carinho e respeito. Ali eu descobria a força destes sentimentos em Nossa Cultura.



Após alguns anos, decidi que iria me tornar instrutor e trabalhar com o Método DeRose. Para isso comecei a praticar na Unidade Asa Norte em Brasília, com a Professora Maria Tereza Milanez, minha monitora e o instrutor Isaac Freire.
Nossa que diferença. Minha prática entrou em uma curva ascendente de desenvolvimento. Tudo que eu tinha dificuldades, ou não entendia bem, foi rapidamente clarificado com as instruções de minha professora.



No final do ano dois mil finalmente fui a São Paulo participar de um curso com o Mestre DeRose. Fiz o curso na sede central, em São Paulo. Na própria casa do Mestre. Que sensação deliciosa, eu estava ali na sala na qual foram filmadas todas aquelas aulas teóricas que eu assistia em minha casa. A sala que para mim parecia tão longe, agora eu estava nela.



Foi um momento marcante. A primeira vez que lhe dei um abraço e pude conversar sobre meus planos para o futuro. Ali eu percebia que aquele homem , autor de tantos livros que eu admirava, era um homem comum e que estava de braços abertos para receber todos os que compartilham este ideal de vida. Aberto a dividir, ensinar e orientar a todos.



Ao mesmo tempo conheci um monte de outros professores e instrutores de várias partes do país e de vários outros países.



Com a força de vontade em alta, e carregado de entusiasmo, iniciei ali a minha carreira nesta profissão fantástica.

E vc? Conhece DeRose? Deixe aqui, nos comentários, como você o conheceu.

Veja também o relato de outros instrutores sobre o momento em que o conheceu:

HTTP://swasthya.marcocarvalho.com/derose

5 comentários:

Unknown disse...

É muito bom para nós praticantes, no meu caso ex, ver como vc conheceu o mestre DeRose.
Da mesma forma que foi pra mim, muito importante ter conhecido vc, meu ex instrutor, e todos da unidade, e poder sentir essa alegria sincera, seriedade superlativa, lealdade inquebrantável, sentimento gregário e a humanização em tudo. Obrigada!! e outra coisa, um dia vou voltar a ser aluna de novo!!
Laura Bernardino

14 de outubro de 2009 às 11:38
Letícia Ziebell disse...

Olá Pedro!
Que lindo o seu relato :)
Vou mandar o link do meu...
http://leticiaziebell.blogspot.com/2009/09/eu-conheci-o-derose.html
Vou passar a te acompanhar por aqui.
Beijinhos de Portugal.

15 de outubro de 2009 às 01:48
Pedro Carrer disse...

OI Laurinha!!!
Que bom ver seu comentário.
Você esta sempre em nossas lembranças. Mesmo longe sei que continuamos próximos.
Sempre que puder venha na escola. Temos feito várias atividades nos finais de semana.
Te espero.

Beijos

15 de outubro de 2009 às 05:40
Pedro Carrer disse...

Oi Leticia,

Obrigado....
Teve ter sido realmente uma honra acompanha-lo em uma viagem a Índia.
Espero que o livro realmente seja públicado! Estou esperando...

Beijos!

15 de outubro de 2009 às 05:45
Unknown disse...

Pedro , adorei seu relato, pois me lembro que já fui "fã" do Mestre DeRose, do tipo que o achava inatingível... rsrsrs
Então pude conhecê-lo pessoalmente este ano em São Paulo durante uma prática e depois durante a festa e assim perceber como ele é simples, gentil e atencioso.
Beijos e abraços...

28 de outubro de 2009 às 06:58

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