Teste seu vocabulário
Neste texto peço licença à coesão textual para simplesmente brincar com as palavras. Soltas, porem conectadas por um fio de ligação que sugerem uma ideia qualquer, as palavras são usadas para levar o leitor a descobrir novas expressões que podem ser usadas no dia a dia. O que se segue é um texto para se ler com dicionário ao lado - alguns não precisam - para entender o sentido mais amplo de cada palavra e não apenas o seu contexto. No geral é um texto bem simples, apenas usando um vocabulário um pouco mais vernáculo.
Nem mesmo Jim O’Neill tinha noção da proporção ontológica que sua sigla - BRIC - viria a ter. Porém, mesmo tendo ela influenciado a cúpula dos governos dos referidos países, imaginar que ela possa vir a determinar o futuro econômico do Mundo é supervalorizar a capacidade de seus membros. Cada um deles enfrenta direferentes problemas e suas economias não são incólumes - como alguns imaginaram ser após a última grande crise mundial - e podem apresentar comoriência caso não revejam suas políticas.
Tomemos por exemplo o Brasil que desde seu “milagre econômico” adotou a política do bolo (primeiro crescer para depois repartir) e baseou - quase sempre - seu crescimento na exportação de commodites, agora enfrenta dois grandes problemas para manter o seu crescimento a longo prazo: 1) O baixo desenvolvimento tecnológico e; 2) a falta de mão de obra especializada. Aliás, espera-se que para as devidas adequações para as Olimpíadas e para a Copa será necessário a importação de mão de obra.
Mas será que podemos considerar tudo culpa dos nossos avaros políticos? Sem dúvida a venalidade presente em nossa política é fator determinante. Mas a a volitiva vontade de nosso povo também. Ao contrário de outros, não temos tendência à refrega, preferimos esperar que todos os imbróglios políticos sejam resolvidos por eles mesmos e nos contentamos com a paca exposição na mídia. Destarte, enquanto nos matemos silientes os políticos seguem a indefectível dilapidação pecuniária de nosso país. A inefável sensação de impotência continua a nos conduzir ao papel de histrião - só falta nos vestir à Luiz XVI - e assim seguimos com o opróbrio de sermos dirigidos por um caudilho tiranete.
Quanto aos demais países me limito a obtemperar que é de bom alvitre que todos eles revejam suas atuações, especialmente no que tange as subvensões aleatórias. Não demora o mercado perceberá as manobras argutas e deixará de ser energunemo.
Pedro Carrer

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