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Por falar em valorização...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011


  Escrevi o texto que se segue no início desse ano em resposta a um artigo publicado pelo Dr. Paulo Roberto no qual ele comenta sobre as contribuições do Brasil para o mundo. Segundo ele não é fácil detectar contribuições geniais dos nossos compatriotas para o progresso da humanidade e o avanço geral da civilização. Embora não seja fácil encontrar muitos exemplos, não podemos deixar de valorizar aqueles que muito tem feito pelo nosso país e pelo mundo. Por isso fiz questão de enviar o texto que anexo abaixo. 

Se desejar ler o artigo do Dr. Paulo Roberto na íntegra acesse o link:  http://www.diplomatizzando.blogspot.com/2010/12/onde-o-brasil-poderia-ser-melhor-nossa.html
Parabéns pelo texto tão lúcido e verdadeiro. Acredito fielmente que essa consciência deveria ser expandida a todos os demais brasileiros em especial aos governantes. O desenvolver de uma maturidade com relação ao nosso comportamento habitual, frente a diversas situações – como as citadas em seu texto - é condição primordial para o desenvolvimento de um país melhor e isso, condição para que se torne um exemplo para o Mundo.
Entretanto tenho que fazer uma ressalva ao texto frente ao destaque de alguns brasileiros no cenário mundial com contribuições efetivas para o desenvolvimento do homem. Há um distinto compatriota que vem se tornando referência no mundo – especialmente entre os indivíduos mais ligados à cultura – em se tratando de filosofia e comportamento. Seu nome, DeRose, tem se tornando símbolo de uma maturidade comportamental única, desenvolvida com base em uma filosofia ancestral – de origem não brasileira – que propõem o desenvolvimento humano sustentado em conceitos tais como: boa qualidade de vida; boas maneiras; boas relações humanas; boa alimentação; boa cultura entre outros.
A proposta principal dessa filosofia – denominada Método DeRose - é o desenvolvimento de um indivíduo mais lúcido que seja capaz de exercer melhor o seu trabalho, sua posição na família e seu engajamento em qualquer ideal, seja ele político, humanitário, filantrópico, artístico ou outro qualquer. Ocorre que, com o desenvolvimento de uma superlativa lucidez o indivíduo quebra a pseudo idéia de um mundo dividido entre o “eu e os outros” e percebe que na verdade somos todos uma coisa só, estamos todos interligados não apenas dentro da espécie humana, mas entre todas as espécies e com o próprio planeta. 
Sem partir à demagogia, nem à tentativa de convencer ninguém, o Método se desenvolve baseado no exemplo, na convivência com pessoas que já portam tais ideais e os expressam na vida diária. Ao somar-se a essa “egrégora” técnicas extremamente eficazes tais como respiratórios, descontração, técnicas corporais, concentração e meditação, desenvolveu-se uma Cultura que vem conquistando destaque cada vez maior no cenário mundial. 
Cito esse brasileiro e seu Método, pois tive a oportunidade conhecer seu trabalho – desenvolvido a cinquenta anos – e o percebi como uma referência para o mundo. Para ilustrar o que digo, hoje encontramos profissionais ensinando o método em quase vinte países – a maioria vem ao Brasil para se formar - e em vários de nossos estados.  É o Brasil exportando cultura. 
Assim, o que vejo é que, além de tudo o que o senhor explicitou, falta, aos brasileiros, duas outras coisas: a primeira é o apoio do governo e suas instituições às iniciativas menos integradas com os meios econômicos – ou melhor, menos rentáveis ao governo - e a segunda é o reconhecimento dos próprios brasileiros de seus distintos compatrícios, os quais muitas vezes são massacrados em sua “Mãe gentil” e precisam do reconhecimento internacional para, somente então, ser aqui valorizados.

Pedro Carrer


Goiânia, 27 de Janeiro de 2010

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