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Teste seu vocabulário
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Teste seu vocabulário
Neste texto peço licença à coesão textual para simplesmente brincar com as palavras. Soltas, porem conectadas por um fio de ligação que sugerem uma ideia qualquer, as palavras são usadas para levar o leitor a descobrir novas expressões que podem ser usadas no dia a dia. O que se segue é um texto para se ler com dicionário ao lado - alguns não precisam - para entender o sentido mais amplo de cada palavra e não apenas o seu contexto. No geral é um texto bem simples, apenas usando um vocabulário um pouco mais vernáculo.
Nem mesmo Jim O’Neill tinha noção da proporção ontológica que sua sigla - BRIC - viria a ter. Porém, mesmo tendo ela influenciado a cúpula dos governos dos referidos países, imaginar que ela possa vir a determinar o futuro econômico do Mundo é supervalorizar a capacidade de seus membros. Cada um deles enfrenta direferentes problemas e suas economias não são incólumes - como alguns imaginaram ser após a última grande crise mundial - e podem apresentar comoriência caso não revejam suas políticas.
Tomemos por exemplo o Brasil que desde seu “milagre econômico” adotou a política do bolo (primeiro crescer para depois repartir) e baseou - quase sempre - seu crescimento na exportação de commodites, agora enfrenta dois grandes problemas para manter o seu crescimento a longo prazo: 1) O baixo desenvolvimento tecnológico e; 2) a falta de mão de obra especializada. Aliás, espera-se que para as devidas adequações para as Olimpíadas e para a Copa será necessário a importação de mão de obra.
Mas será que podemos considerar tudo culpa dos nossos avaros políticos? Sem dúvida a venalidade presente em nossa política é fator determinante. Mas a a volitiva vontade de nosso povo também. Ao contrário de outros, não temos tendência à refrega, preferimos esperar que todos os imbróglios políticos sejam resolvidos por eles mesmos e nos contentamos com a paca exposição na mídia. Destarte, enquanto nos matemos silientes os políticos seguem a indefectível dilapidação pecuniária de nosso país. A inefável sensação de impotência continua a nos conduzir ao papel de histrião - só falta nos vestir à Luiz XVI - e assim seguimos com o opróbrio de sermos dirigidos por um caudilho tiranete.
Quanto aos demais países me limito a obtemperar que é de bom alvitre que todos eles revejam suas atuações, especialmente no que tange as subvensões aleatórias. Não demora o mercado perceberá as manobras argutas e deixará de ser energunemo.
Pedro Carrer
Por falar em valorização...
In Boas Maneiras, In Comportamento, In Consciênciaquinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Escrevi o texto que se segue no início desse ano em resposta a um artigo publicado pelo Dr. Paulo Roberto no qual ele comenta sobre as contribuições do Brasil para o mundo. Segundo ele não é fácil detectar contribuições geniais dos nossos compatriotas para o progresso da humanidade e o avanço geral da civilização. Embora não seja fácil encontrar muitos exemplos, não podemos deixar de valorizar aqueles que muito tem feito pelo nosso país e pelo mundo. Por isso fiz questão de enviar o texto que anexo abaixo.
Se desejar ler o artigo do Dr. Paulo Roberto na íntegra acesse o link: http://www.diplomatizzando.blogspot.com/2010/12/onde-o-brasil-poderia-ser-melhor-nossa.html
Parabéns pelo texto tão lúcido e verdadeiro. Acredito fielmente que essa consciência deveria ser expandida a todos os demais brasileiros em especial aos governantes. O desenvolver de uma maturidade com relação ao nosso comportamento habitual, frente a diversas situações – como as citadas em seu texto - é condição primordial para o desenvolvimento de um país melhor e isso, condição para que se torne um exemplo para o Mundo.
Entretanto tenho que fazer uma ressalva ao texto frente ao destaque de alguns brasileiros no cenário mundial com contribuições efetivas para o desenvolvimento do homem. Há um distinto compatriota que vem se tornando referência no mundo – especialmente entre os indivíduos mais ligados à cultura – em se tratando de filosofia e comportamento. Seu nome, DeRose, tem se tornando símbolo de uma maturidade comportamental única, desenvolvida com base em uma filosofia ancestral – de origem não brasileira – que propõem o desenvolvimento humano sustentado em conceitos tais como: boa qualidade de vida; boas maneiras; boas relações humanas; boa alimentação; boa cultura entre outros.
A proposta principal dessa filosofia – denominada Método DeRose - é o desenvolvimento de um indivíduo mais lúcido que seja capaz de exercer melhor o seu trabalho, sua posição na família e seu engajamento em qualquer ideal, seja ele político, humanitário, filantrópico, artístico ou outro qualquer. Ocorre que, com o desenvolvimento de uma superlativa lucidez o indivíduo quebra a pseudo idéia de um mundo dividido entre o “eu e os outros” e percebe que na verdade somos todos uma coisa só, estamos todos interligados não apenas dentro da espécie humana, mas entre todas as espécies e com o próprio planeta.
Sem partir à demagogia, nem à tentativa de convencer ninguém, o Método se desenvolve baseado no exemplo, na convivência com pessoas que já portam tais ideais e os expressam na vida diária. Ao somar-se a essa “egrégora” técnicas extremamente eficazes tais como respiratórios, descontração, técnicas corporais, concentração e meditação, desenvolveu-se uma Cultura que vem conquistando destaque cada vez maior no cenário mundial.
Cito esse brasileiro e seu Método, pois tive a oportunidade conhecer seu trabalho – desenvolvido a cinquenta anos – e o percebi como uma referência para o mundo. Para ilustrar o que digo, hoje encontramos profissionais ensinando o método em quase vinte países – a maioria vem ao Brasil para se formar - e em vários de nossos estados. É o Brasil exportando cultura.
Assim, o que vejo é que, além de tudo o que o senhor explicitou, falta, aos brasileiros, duas outras coisas: a primeira é o apoio do governo e suas instituições às iniciativas menos integradas com os meios econômicos – ou melhor, menos rentáveis ao governo - e a segunda é o reconhecimento dos próprios brasileiros de seus distintos compatrícios, os quais muitas vezes são massacrados em sua “Mãe gentil” e precisam do reconhecimento internacional para, somente então, ser aqui valorizados.
Pedro Carrer
Goiânia, 27 de Janeiro de 2010
Um sat chakra especial
In Boas Maneiras, In Comportamento, In cultura, In eventossexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Quem veio viu, quem não veio perdeu!!! Mas, para matar um pouco da vontade deixo aqui um trecho da belíssima apresentação da Wyslaine Aguiar e do Alexandre Gontijo, um fantástico Duo de Violoncelo. O trecho que se segue e parte da composição do italiano Giovanni Battista Bononcini, mais precisamente o Dueto 1, 2, 4 e 6.
Além da citada apresentação tivemos ainda a graduação da Daniela Tito e da Patrícia Verônica que receberam a insígnia de sádhaka ( primeiro grau na escala evolutiva do Nosso Método). Sejam bem-vindas, vocês deram um grande passo para a evolução pessoal!
Para completar essa nossa "semana cultural" vamos, no sábado, ao 5o Goyaz Festival assistir as apresentações de Jaques Morelembaum e Yamandu Costa. O show será no Centro Cultural Oscar Niemeyer e começa às 21 horas com entrada franca. Vamos nos encontrar na escola às 20:20h para irmos juntos, se você preferir ir direto lembre-se de chegar mais cedo para garantir seu ingresso e podermos nos encontrar.
Estou tentando baixar o vídeo porem tem ocorrido erros. Continuarei tentando.
Pedro Carrer
Goiânia, 20 de Janeiro de 2011
Mude o trânsito. Comece por você.
In Boas Maneiras, In Comportamento, In Consciência, In trânsitosábado, 15 de janeiro de 2011
Como eu havia prometido em um post anterior ai está o texto sobre o trânsito. Fruto de uma arguta observação, objetiva apenas nos lembrar que podemos nos comportar melhor no trânsito e contribuirmos para melhora-lo.
A imagem ao lado não é de Goiânia - acredito eu - mas ao trazer o post ao ar tive uma idéia legal, não vou contar agora, mas em breve você verá outro post relacionado a este.
Mude o trânsito, comece por você
Tenho assistido com pesar a gradativa situação do trânsito em Goiânia. Uma cidade que ainda não apresenta um tráfego tão intenso como os de outras capitais brasileiras, mas que convive com um agravante, a má formação -para não dizer má educação- dos motoristas, que acentua os problemas existentes. Não quero questionar a formação das auto-escolas – embora fosse de bom alvitre – e, deixando de lado os problemas oriundos da administração pública, tais como o transporte coletivo e a venalidade política nas construções civis, que afetam o trânsito e o estacionamento, pretendo apenas obtemperar sobre o nosso comportamento. Ao realizar esse exercício veremos que temos muito a contribuir com o trânsito.
Em Goiânia existem alguns hábitos que parecem ser indefectíveis, mas que acredito que com um pouco mais de consciência e educação poderemos erradicar de nossa cidade. Cito apenas alguns -com certeza você poderia citar vários outros- os quais considero mais contundentes. São eles:
- Ande na pista da direita. Para quem não é daqui e não conhece nosso trânsito pode parecer redundante esse primeiro ponto, mas para Goiânia não é. É incompreensível este hábito de andar sempre na pista da esquerda como se fosse o dono da rua, todos sabem que se devem andar na pista da direita e que a da esquerda é para veículos rápidos, mas poucos fazem isso.
O fato de andar na pista da esquerda prende o trânsito. Não é problema algum andar na pista da direita, atrás de outro carro, e deixar a outra pista livre para quem quiser ultrapassar. E, muito mais fácil é você, que está sendo ultrapassado, sair da pista da esquerda e ceder passagem do que aquele que deseja ultrapassar ter que “zigzag” pelas pistas.
Com certeza, quando você esta ultrapassando, fica agradecido se o outro motorista assim o fizer. Então, comece por você. Faça, deixe o trânsito fluir.
Vale lembrar que o mesmo se aplica também a rodovias.
- Respeite as faixas. Outra coisa simples e que parece óbvia, mas que vemos ser desrespeitada todos os dias. Parece que ninguém sabe o que são aquelas faixas pintadas na pista. Observe os carros parados em um sinaleiro, não há se quer um carro parado realmente atrás do outro, todos sempre estarão ou pouco ao lado do da frente – para a direita ou para a esquerda – é como se o motorista de trás quisesse ver o que está na frente do carro a sua frente. A consequência é que três pistas se reduzem a duas e duas se transformam em uma só.
Há, ainda, aqueles que acham que a faixa é para ser mantida no meio do carro, servindo como uma guia central. Será que são, todos eles, pilotos de avião? E que quando estão dirigindo se esquecem que não estão na aeronave?
O fato é que devemos andar em nossa própria pista – sempre a da esquerda, lembra-se? – e deixar livre as outras para os demais veículos.
Aliás, devo ainda lembrar que se manter na sua pista vale para curvas e rotatórias. Quem nunca levou uma fechada de alguém que estava a usar as três pistas de uma praça?
- Respeite a faixa de pedestre. Neste quesito nossos irmãos brasilienses nos dão um belo exemplo. Basta você pisar na faixa de pedestre que os motoristas freiam e param para que você atravesse. Aqui, basta pisar na pista que ... alguém acelera para passar logo antes de você atravessar. E se estiver atravessando, ande logo ou vão passar por cima.
Lembre-se que você também é pedestre, um pouco de gentileza não custa nada. Você não vai se atrasar porque parou para um pedestre.
Mas faça isso com atenção, observe se o carro de trás também poderá parar - note a distância dele e a velocidade de aproximação - caso contrário poderá ocorrer um abalroamento.
- Não feche cruzamento. Em algumas cidades isso é realmente levado a sério e é passível de penalidades. Aqui parece que não dão muita importância. Não tem problema, não é pelo medo da multa que não fecharemos o cruzamento e sim por educação.
Se você perceber que o trânsito está parado a sua frente, não cruze a pista. Espere antes da faixa de pedestre – se houver uma - e só atravesse quando o trânsito andar.
- Dê passagem. Outro comportamento que podemos melhorar é aprender a dar passagem a outro veículo. Às vezes parece que estamos em uma disputa irracional e deixar o outro entrar em nossa frente é proibido.
Sempre que for mudar de pista, dê seta e se alguém estiver dando sinal de que vai entrar na sua pista, não acelere, freie, diminua a velocidade e deixe-o entrar. Isso também ajuda o trânsito a fluir mais livremente.
Veja que tudo o que recomendo é conhecido de todos nós, não há nada de novo a não ser o fato de que agora você irá fazer. Não é mesmo?
Se cada um de nós fizermos essas pequenas boas ações, teremos sem dúvida um trânsito muito melhor. Mude o trânsito, comece por você!
Pedro Carrer
Goiânia, 15 de Janeiro de 2011
Agenda cultural de Janeiro e Fevereiro
In Boas Maneiras, In cultura, In eventossexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Yantra Dhyána
In cultura, In prática Em breve - assim que finalizado o processo de revisões - devo publicar o meu primeiro livro. Fruto do desenvolvimento de minha primeira monografia para a formação no Método DeRose, o livro trata de maneira profunda e clara a meditação, constituindo um belo acervo técnico e teórico que poderá retirar muitas dúvidas existentes até mesmo entre estudiosos e professores.
No final do livro apresento um programa de treinamento de concentração e meditação com mais de 50 técnicas diferentes - algumas mais simples, outras mais intensas e difíceis - apresentadas de forma gradual em relação ao nível de complexidade. Deixo aqui uma das técnicas - bem conhecida de todos nós - com um bela imagem para facilitar seu treinamento.
Meditação sobre a imagem do Ôm
- Sente-se e diante de você coloque a imagem do yantra Ôm.
- O Ôm é o símbolo universal do Yôga. Todas as escolas o adotam, no entanto, cada qual utiliza um traçado específico que a distingue e estabelece relação com forças nos setores do inconsciente coletivo relativos àquela determinada linha. Por isso, não é adequado utilizar qualquer imagem do Ôm. Utilize sempre a que a Nossa Cultura recomenda.
-Fixe o olhar no Yantra Ôm por alguns minutos.
- Quando sentir que sua mente já se identificou com a imagem, feche os olhos.
- Mantenha mentalmente a imagem do Ôm na região entre as sobrancelhas e medite.
Goiânia, 14 de Janeiro de 2011
Valorização - Uma proposta para 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Tenho visto - não sem uma certa tristeza - um comportamento transformar-se em hábito para a maioria das pessoas: a desvalorização. Essa tem ocorrido especialmente na forma de críticas e reclamações não construtivas ou edificantes. Na maioria das vezes servem apenas como um desabafo de quem o faz e, de certa forma, para inflar-lhe o ego ao diminuir o outro. Outras, é apenas um mau condicionamento, uma resposta automática desenvolvida pela constante utiização.
Pare e recorde-se de quantas vezes já reclamou hoje do trabalho, do clima, de um colega ou de qualquer outra coisa. Por outro lado, quantas vezes teceu um elogio? Pois é, reclamar tem se tornado algo tão comum que parece que as pessoas estão perdendo a capacidade de reconhecer coisas (e pessoas) boas e se tornam cada vez mais focadas em transparecer os erros, os defeitos e os pontos negativos, esquecendo-se de elogiar.
Concordo que reclamar, exigir seus direitos e sugerir melhorias é importante, mas devem ser feitas com sutileza e pontualidade, sem deixar que isso se transforme numa constante.
A questão principal é a falta de valorização, a incapacidade da maioria de elogiar, reconhecer, de exaltar o outro. Que tal mudarmos isso? Aproveite o ano novo para exercitar sua capacidade de valorizar as pessoas. Nos próximos vinte e um dias - segundo estudos divulgados pelo SEBRAE esse é o tempo médio necessário para desenvolvermos um hábito- observe seus comentários, procure elogiar as pessoas a sua volta. Não com falsos elogios, mas sim de forma sincera e verdadeira. Quando for inevitável, corrija sem exageros e com sutileza.
Observe a reação das pessoas a sua volta e depois compartilhe aqui suas impressões.
Goiânia, 11 de Janeiro de 2011
Você é assim?
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Este vídeo merece ser visto. Muitos de nós agimos desta mesma maneira sem ao menos termos noção de que assim o fazemos.
Na próxima postagem vou falar um pouco sobre boas maneiras no trânsito.
Abraços
Goiânia, 7 de Janeiro de 2011.
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