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Curso: Kama-Shuddhi - Sublimação e reeducação emocional

quinta-feira, 27 de maio de 2010



Sem dúvida somos seres emocionais. A maioria de nossas decisões e escolhas são tomadas de acordo com as emoções e estas regem boa parte de nossas vidas. Podemos utilizar as emoções de maneia consciente e direcioná-las para aquilo que queremos ou simplesmente vivermos a mercê de nossa instabilidade emocional. Neste curso você aprenderá a reconhecer e modificar os seus padrões emocionais, sublimando emoções pesadas substituindo-as por sentimentos mais puros e nobres que podem transformar sua vida.

Saber lidar as emoções é o primeiro passo para o auto-conhecimento.


Programa do Curso:

- A importância das emoções;
- Os condicionamentos;
- Modificando os padrões emocionais;
- Sensibilidade e consciência emocional;
- Tapas – a força da auto-superação;
- Sublimação emocional;
- Conquistando a maturidade emocional;
- Da inércia ao auto-conhecimento.

Data :

26 de junho de 2010, sábado, as 15 horas na Unidade Oeste

Valor :

R$90,00 – inscrições até dia 18 de junho tem 10% de desconto.


Um curso que todos deveriam fazer pelo menos uma vez na vida!


Aberto a alunos e convidados.

Fanático.... Será que você também o é?

terça-feira, 25 de maio de 2010


“Os grupos de fanáticos, no hinduísmo, no islamismo e no cristianismo, foram recrutados, quase exclusivamente, entre esse tipo de fiéis que se acha nos planos inferiores de bhakti (devoção). Essa exclusividade de adesão ao objeto amado (nishta), sem a qual nenhum amor verdadeiro pode desenvolver-se, é também, frequentemente, causa da não-aceitação de toda outra coisa. As mentes débeis e pouco desenvolvidas, em toda religião ou país, não tem mais que uma maneira de amar seu próprio ideal, isto é, odiando qualquer outro ideal. Isto explica porque um homem que está tão amantemente aderido a seu próprio ideal e tão dedicado a seu próprio Idea acerca da religião, se torna um fanático desejando impor-se, a grito, quando vê ou ouve algo que se relacione com outro ideal. Essa espécie de amor, às vezes se parece com o instinto canino que protege a propriedade do amo contra os intrusos; somente que o instinto do cão é melhor que a razão do homem, pois um cão jamais toma o amo por inimigo, mesmo vestido com outros trajes. Além disso, o fanático perde o poder de raciocinar. As considerações pessoais são em seu caso, de tão absorvente interesse, não importando o que o homem diz, se correto ou equivocado, mas, particularmente, quer saber sempre quem diz. O mesmo homem, amável, bom, honesto e afetuoso para os que compartilham sua opinião, não vacilará em cometer os atos mais vis contra pessoas alheias ao grupo de sua irmandade."


Este texto de Vivêkánanda é sem dúvida muito interessante. Embora ele comente sobre o fanatismo religioso, também nos abre a cabeça para o fanatismo em várias outras áreas de nossas vidas.

Engana-se quem pensa que é um texto antigo e que não tem mais a mesma realidade de outrora. Ele é mais atual do que nunca. Basta observar as constantes guerras ao redor do mundo, em sua maioria, elas tem fundo religioso. Mas não precisamos ir longe, basta observar ao seu redor, você verá inúmeros fanáticos incapazes de conversar, interagir, sociabilizar com pessoas que não pertençam ao seu credo religioso.

É só na religião? Não. Isso ocorre em quase todos os grupos sociais. Quase sempre há uma forma de exclusão ou mesmo agressão aos que não compartilham os mesmos ideais, podemos citar as torcidas “organizadas”, alguns grupos de lutadores (me recuso a escrever arte-marcial) entre outros.

Estendendo um pouco mais esta reflexão chegamos a sociedade como um todo. Quantas pessoas ao longo da história foram martirizadas, torturadas, queimadas (antigamente com lenha, hoje com jornais), simplesmente porque não pensavam da mesma forma que os demais? Lembremos de Giordano Bruno, Galileu, Blavatsky.....

Para nós fica em primeiro lugar o auto-estudo para que não nos deixemos cair em fanatismo com o que quer que seja. Em segundo lugar, o constante cuidado para jamais, jamais mesmo excluir ou agredir (com pensamentos, palavras e atitudes) qualquer pessoa.

Isso é parte do Método DeRose. É aprender a viver melhor e se relacionar melhor com o mundo a nossa volta!

Vídeo da viagem a Piri em 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

Para assistir o vídeo clique em "continue lendo" logo abaixo.

O foco e os condicionamentos


É notório o fato de que sempre que começamos um relacionamento tudo vai a mil e uma maravilhas. Tudo o que o ente querido diz, pense ou faz é bem recebido, é visto com bons olhos. É um momento muito gostoso da nossa vida, gera a sensação de que: “desta vez será eterno”. No entanto passado algum tempo, dias, meses ou às vezes anos as coisas começam a mudar. É como se perdêssemos o foco e tudo agora parece nebuloso, cheio de segundas intenções, enxergamos tudo com outros olhos. Começamos a ver segundas intenções em tudo o que outro fala, pensa ou faz. Os elogios, as brincadeiras, os sorrisos tudo parece perder o sentido real e sempre se apresenta como o véu de algo malicioso, escondendo a verdadeira essência.

Mas na verdade a única coisa que mudou foi você. A sua forma de ver as coisas, você perdeu o foco e está agora concentrado naquilo que não lhe agrada, como se buscasse uma desculpa para justificar a sua vontade inconsciente de sair daquele relacionamento. Creio que quando isso acontece o relacionamento já está prestes a acabar, a não ser que aja uma mudança na forma de ver e surja um novo foco, ele irá se findar breve.

Isto acontece não só na área do relacionamento afetivo, mas sim em todas as áreas de nossas vidas, seja profissional, seja familiar ou social. Sempre que começamos algo novo é empolgante, é prazeroso enfim, é novo! Com o tempo isso passa e novamente vem a sensação: “será que escolhi certo? Isso é mesmo para mim? Não seria melhor se tivesse escolhido aquele outro?”

Não digo que tal questionamento seja de todo ruim, de forma breve e moderada ele pode ajudar o indivíduo a melhorar sua determinação e se focar ainda mais, principalmente quando ele vê, através desta comparação, a boa escolha que fez.

O problema maior é quando, embora não tenhamos motivos reais, acreditamos fielmente que não estamos felizes. Uma frase do DeRose expressa bem isto: “o que é pior: ser infeliz ou estar convencido disto?” Neste momento buscamos em qualquer acontecimento, por mais famigerado que seja, respaldos para reafirmar a insatisfação. É como se começássemos a criar um muro de proteção, uma barreira, em torno de nós mesmos e não permitindo que nada externo adentre por ele.

São, portanto, dois processos que ocorrem;

  1. Perda do foco: não estamos mais focados em fazer dar certo, seja o relacionamento, seja o profissional ou o que for. É como se a vista começasse a falhar, assim passamos a ver tudo nebuloso. Neste ponto ainda há solução, podemos reverter o processo educando nossa mente e buscando agora os pontos positivos. Deixando de lado qualquer coisa que nos faça perder o foco. Se for o relacionamento, deixando de lado as opções que possam existir de outros relacionamentos, se for no profissional guardando para segundo plano as outras oportunidades.

Quando temos duas opções sempre titubiamos e na dúvida não escolhemos nenhuma delas. Napoleão certa vez nos mostrou bem a questão de foco; tendo desembarcado toda sua frota em uma pequena praia na ilha de ..... Napoleão e sua equipe de comando percebem que o número de soldados inimigos é quase o quíntuplo dos seus. Todos sugeriram que se retirassem voltando aos seus navios para levantar uma maior frota e então retornar. Napoleão considerando que aquela batalha era de fundamental importância manda aos seus subordinados que queimem todos os navios. Quando os soldados vêem os navios queimando se desesperam e então seu líder os diz: “Agora não temos como voltar, só podemos lutar e lutaremos até vencer.” E no final eles venceram.

Este é o problema das diversas opções, não sabendo por qual escolher nos enrolamos e perdemos ótimas oportunidades em nossas vidas, e às vezes só tomamos consciência disto anos depois.

Repito que aqui ainda há solução, mais o primeiro passo é deixar de lado as outras opções e focar onde estamos. Buscar as mesmas emoções e pensamentos que nos levaram a chegar até ali, reforçar o que há de bom onde estamos e usar o poder da nossa mente a nosso favor.

  1. Isolamento: Neste momento acredito que já não há mais soluções. Estamos totalmente dispersos, buscamos agora como uma agulha no palheiro fatos que nos convençam de que não dará certo. Neste momento levantamos as barreiras e nem mesmo Jó conseguirá derrubá-las. Qualquer ato será sempre visto de forma nebulosa, nosso foco será em achar os problemas e não as soluções.


    No Sámkhya, uma antiga filosofia teórica da Índia dos tempos pré-classico e clássico, nos ensina dois conceitos que podem nos esclarecer melhor sobre isto.

O primeiro são os Vásanas, os nossos condicionamentos. Funcionam como se fossem uma trilha que acessamos quando repetimos um comportamento pré-determinado e sempre que o repetimos deixamos ainda mais forte sua impressão nos levando a acessá-lo cada vez mais, pois é o caminho que se torna mais nítido, a resposta comportamental que fica condicionada a reagir de imediato a cada estímulo dado às nossas emoções.

Assim, se repetimos o feito de buscar encontrar o que não nos agrada, estamos reforçando o comportamento de reagir de maneira negativa a cada situação, sendo assim entramos em contenda sempre.

O segundo são os Sanskára que são as impressões. A cada vez que vivenciamos algo este nos deixa uma impressão. Comparando podemos dizer que o vásana é a trilha deixada por uma bola ao rolar pela superfície lisa de uma área e sanskára é a impressão que a bola deixa onde ela para, aquela marca redonda e mais profunda.

Agora sim, podemos entender melhor. Cada vez que pensamos, sentimos ou agimos de forma negativa criamos uma marca (sanskára) em nosso inconsciente e quando expostos a uma experiência semelhante somos condicionados a caminhar pela trilha ( vásana) que aprendemos a trilhar quando vivenciamos esta experiência no passado. Assim entramos em um círculo existencial (Sansara) como uma bola de neve que cresce a cada giro que dá sobre si mesma.

A única forma de sairmos dela é tomando consciência de sua existência, segurando o impulso de agirmos de forma condicionada quando imposto a uma situação semelhante e assim aos poucos irmos criando novas trilhas e novas impressões.


Fim de semana especial

sexta-feira, 14 de maio de 2010


Como crianças esperando pelo doce estamos todos a espera do passeio a Pirenópolis que faremos amanhã. Será um final de semana recheado de coisas boas: amigos, natureza, cachoeiras, piscina, práticas do Método DeRose e muito mais.

Este será o segundo ano consecutivo que faremos este evento. No ano anterior foi muito bom, neste promete ser ainda melhor.

Sairemos da Unidade Oeste as 8 horas da manhã e vamos direto para a Pousada Arvoredo em Pirenópolis. Passaremos a manhã nela curtindo uma piscina, tomando um sol e jogando conversa fora. A tarde encontraremos com o pessoal das demais Unidades de Goiânia e Brasília para, ai sim, dar início oficial ao evento.

Após a breve abertura teremos shows de coreografias e um delicioso jantar. Mais tarde haverá o agni sanga (mantras na fogueira).

No domingo a prática começa bem cedinho. Será uma prática completa (ashtánga sádhana) ministrada pelos intrutores Pedro Carrer, Ricardo Sousa, Daniel Tonet e Daniel Suassuna.

Após a prática vamos a cachoeira do Abade, uma das mais belas cachoeiras da região (a que você vê na foto). Por volta das 15 horas voltamos ao hotel para um delicioso almoço e o sat chakra (círculo de energia) de encerramento do evento.



Concentração a chave da eficiência


Você já percebeu quanto tempo se perde pela falta de concentração? Já observou que às vezes, ao ler um livro, precisa voltar várias páginas a trás porque essas últimas não haviam sido assimiladas? É como se simplesmente estivesse-se ausente durante a leitura delas. Isso ocorre porque nossa mente é muito dispersa e está sempre em busca de novas distrações. Além desta tendência natural há ainda outros fatores externos que contribuem para agravar mais as dispersões, como por exemplo: stress, cansaço, modificações emocionais e tantos outros.
Com maior concentração aumentamos o nosso potencial de realização e de aprendizado. Passamos então a economizar um tempo precioso que seria perdido com as constantes distrações.

Concentração, em sânscrito, recebe o nome de dhárana e é uma etapa preliminar no Nosso método. Meditar é parar as ondas mentais, atente bem para o termo, ondas mentais, e não ondas cerebrais. Estas últimas continuam normalmente, só param quando o individuo morre. São as dispersões do pensamentos que se cessam. Estabilizando a consciência em um só ponto, chega um momento em que a mente se satura e deixa de pensar, neste ponto o praticante tem um aumento de consciência. Ela passa a fluir por canais mais sutis e assim os níveis de consciência superiores são observados.

Ocorre que, enquanto estamos trabalhando, estudando, lendo, estamos bombeando estímulos de fora para dentro, no momento em que paramos tudo isso e aquietamos os pensamentos passamos a inverter o fluxo e deixar aflorar o que esta no íntimo, vivenciando verdadeiros insights. Tudo isso no ambiente de trabalho ou estudo é extremamente útil, pois desenvolve o poder de foco, execução e decisão na rotina diária. Criando a capacidade de administrar melhor o acumulo de exigências.

Desenvolver a capacidade de concentração é muito simples. Existem vários exercícios que podem ser aplicados pelo iniciante. Segue dois exemplos para você conhecer. Procure realizá-lo todos os dias ao acordar e antes de dormir. Bastam alguns minutos por dia para você observar uma melhora significativa em sua qualidade de vida.

1) Treinamento para concentração utilizando respiratório:
- Sente-se em uma posição firme e confortável;
- Leve a atenção para sua respiração. Faça uma respiração nasal, profunda e abdominal. Ao inspirar pelas narinas dilate bem o abdômen, retenha o ar alguns instantes e depois expire, pelas narinas recolhendo o abdômen.
- Ao inspirar conte 3 segundos. Retenha os pulmões cheios por 12 segundos. Em seguida, solte o ar em 6 segundos. Não retenha os pulmões vazios e inspire novamente no mesmo tempo.
- Concentre toda a sua atenção na contagem numérica.
- Ao fazer a contagem, visualize mentalmente o algarismo correspondente a cada número contado. Assim, ao inspirar e contar 3 segundos, visualize os números 1 depois o 2 e em seguida o 3. Faça o mesmo quando reter os pulmões cheios, visualizando os algarismos do número 1 até o 12. Ao expirar, faça a contagem do tempo visualizando os números de 1 a 6.


1) Yantra dhyána – concentração sobre a imagem de uma chama
- Sente-se de preferência com as pernas cruzadas, sem se apoiar na parede. Mantenha a coluna bem ereta e a posição agradável.
- Feche os olhos e imagine-se diante de uma fogueira;
- Concentre-se no crepitar das chamas da fogueira;
- Incinere neste fogo as dispersões. Sempre que ocorrerem pensamentos, volte a atenção o mais rápido possível para a chama.
- Agora traga esta chama para a região entre as sobrancelhas, imagine que o fogo esta marcado nesta região.
- Estabilize sua consciência sobre a imagem e medite.

Palestra: Método DeRose - Conceitos e técnicas para tornar nossa vida melhor

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Não perca esta chance de conhecer melhor uma Cultura fascinante. A palestra é nesta sexta (7/5/2010) às 2oh e é gratuita. Ligue e faça sua reserva (62) 3214-1739.


Vamos conhecer:

-O que é o Método DeRose;
-As técnicas utilizadas;
- Os conceitos e fundamentos mais importantes;
- As características;
- A proposta final.


Para você já se adiantar um pouco, deixo uma breve explicação feita pelo próprio Mestre DeRose.

O que é o Método DeRose


Em primeiro lugar é importante entendermos que o Método DeRose não é Yôga com outro nome. O Método contém Yôga no setor de técnicas. No entanto, o Método é muito mais, já que não se limita às técnicas. A melhor definição de Yôga, diz: “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.” Portanto, mesmo que conduza ao samádhi, se não for estritamente prática, não é Yôga. O Método contém Yôga, mas não é Yôga.

Observe o quadro:


As técnicas aprimoram o indivíduo, porém os conceitos permitem mudar o mundo. Os círculos concêntricos são as ondas de choque que o adepto da Nossa Cultura produz e com as quais influencia, primeiro, o círculo familiar; depois, o círculo de amigos e colegas de trabalho, de faculdade, de esporte; por último, o círculo das pessoas com as quais nós cruzamos na nossa vida, inclusive os clientes, os fornecedores e os desconhecidos. É que as técnicas só beneficiam quem decidiu praticar formalmente o Método, senta e usa os exercícios. Mas esse praticante, quando incorpora os conceitos, contagia os familiares e os amigos que acabam praticando a Nossa Cultura e nem sabem que o estão fazendo. É o marido ou esposa, é o filho ou o pai, ou o irmão que acha que “ainda” não aderiu ao Método porque não pratica ásanas. No entanto, já absorveu um life style, um modus vivendi, adotou hábitos, atitudes, comportamentos que são o cerne do nosso Método, conforme está descrito no livro O que é o Método DeRose. Para cada um que pratica formalmente o Método, podemos encontrar até dez que o praticam sem saber.