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Beleza Sustentável

terça-feira, 27 de julho de 2010



"Texto escrito pelo Comendador DeRose"


Beleza sustentável é aquela maneira de se expressar na vida, na família e no trabalho, de forma a deixar satisfeita e realizada a própria pessoa acima de tudo e os demais por consequência. Beleza sustentável é aquela que pode e deve ser cultivada independentemente da cosmética e das plásticas, as quais podem atuar como coadjuvantes, mas jamais como solução mágica. Beleza sustentável é aquela que resiste ao longo dos anos, seja qual for a idade da pessoa e sempre arranca exclamações de admiração.


Esse conceito de beleza pode ser aprendido e incorporado na sua maneira de ser, atuar e influenciar o seu universo de atuação (cônjuge, familiares, amigos, colegas de trabalho, de faculdade ou de esporte, inclusive os desconhecidos com os quais cada um de nós cruza diariamente).


Trata-se de uma beleza interior que extrapola os limites internos e extravasa para o corpo, produzindo nele o reflexo exterior. Não se trata de um padrão estereotipado de beleza hollywoodiana e sim da beleza verdadeira, portanto, sustentável, aquela que pode ser mantida por anos ou décadas. Você, certamente, já passou pela experiência de se sentir a pessoa mais linda do mundo, arrebatadoramente bela, só por ter sido alvo de uma conquista, de um elogio proveniente da pessoa certa ou por ter tido o seu valor reconhecido. Ora, nenhuma dessas coisas constitui um fator físico e, no entanto, seus amigos e familiares notaram e comentaram que você estava exuberante. O que é isso, senão a felicidade e a auto-estima que faz desta pessoa um ente especial?


Dentro do conceito de desenvolvimento integral do ser humano que desenvolvi nestes cinquenta anos de profissão que comemoro em 2010, estruturei conceitos e técnicas que aprimoram a mente, o emocional e o corpo também. Com o objetivo de preservar a sua própria sustentabilidade, a importância da beleza interior é fundamental para a química que amalgama a beleza física, a beleza espiritual, a beleza financeira, a beleza emocional e qualquer outra.


A beleza mental é a reprogramação através da qual a pessoa gera arquétipos, ou moldes mentais, para nos ajudar a superar as duras circunstâncias da vida quando elas ocorrerem, como de fato ocorrem frequentemente. Por vezes, é um tom de voz; outras vezes é uma fisionomia; e outras, é uma determinada palavra que pode desencadear um estado de hostilidade por parte do cônjuge, do amigo ou do colega de trabalho. Contudo, se você já construiu o arquétipo ou molde mental sobre como administrar conflitos, você se converte em uma pessoa linda, que todos admirarão.


Hoje, as empresas podem trabalhar o conceito de beleza mental dentro da concepção geral de Beleza Sustentável, para que os seus funcionários tenham mais motivação e desempenho.


Precisamos reconhecer que o surgimento de uma hostilidade em uma relação afetiva pode deteriorar o afeto e comprometer o relacionamento, às vezes, definitivamente. Da mesma forma, um estado de hostilidade entre colegas de trabalho compromete seguramente o bom ambiente profissional e deteriora a produtividade. Pessoas felizes produzem mais e melhor. Pessoas felizes vivem mais e com melhor qualidade de vida, que constitui uma das especialidades do nosso Método.


A mensagem mais importante para quem nunca se preocupou com a beleza mental é: todos os dias novas fornadas de concorrentes estão sendo lançadas no mercado de trabalho, assim como no "mercado", se assim podemos dizer, da concorrência afetiva. É urgente que cada pessoa se preocupe com a sua atualização e auto-superação constante. Ao longo da minha vida observei que as mulheres que conseguiam tudo o que queriam - fosse no âmbito profissional, fosse no afetivo - não eram as esculturais. Eram as que possuíam beleza interior. Elas cativavam, conquistavam e seduziam pelo olhar, que expressa o que cada um tem de verdadeiro dentro de si.

Para se inspirar!

sexta-feira, 16 de julho de 2010


Este não é um vídeo do Método DeRose. É apenas um vídeo que achei muito bom e que merece ser assistido por nós. Inspire-se para aprimorar ainda mais em suas técnicas orgânicas.
Para completar deixo outro vídeo, este sim do Nosso Método. É a apresentação de coreografia do Método DeRose realizada pelo Instrutor Artur Costi durante o DeRose Festival em Florianópolis.

Horários de Aula

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Um dos nossos diferenciais é manter apenas dez alunos por turma, assim para fazer uma aula experimental é necessário nos ligar para conferir a disponibilidade de vagas no horário pretendido e somente então reservar sua vaga.
Para iniciantes indicamos a aula de Pré-Yôga, a turma de SwáSthya só é acessível após a entrega do teste de admissão.
Ligue e reserve sua vaga: (62) 3214-1739



Horário
segunda
terça
quarta
quinta
sexta
sábado
7 horas
Pré-Yôga
Pedro
SwáSthyaYôga
Pedro
Pré-Yôga
Pedro
SwáSthyaYôga
Pedro
8 horas
SwáSthyaYôga
Pedro
Pré-Yôga
Pedro
SwáSthyaYôga
Pedro
Pré-Yôga
Pedro
9 horas
Pré-Yôga
Pré-Yôga
10 horas
Pré-Yôga
Pedro / Isaac
11 horas
Intervalo para limpeza
12 horas
Pré-Yôga
Prática livre
Pré-Yôga
Prática livre
13 horas
14 horas
Prática livre
Prática livre
Prática livre
Prática livre
Prática livre
Workshops:
15 horas
Intervalo para limpeza
respiração;
16 horas
Pré-Yôga
Isaac
Pré-Yôga
Isaac
meditação;
17 horas
Pré-Yôga
Isaac
Pré-Yôga
Isaac
ásana;
18 horas
Pré-Yôga
Isaac
SwáSthyaYôga
Pedro
Pré-Yôga
Isaac
SwáSthyaYôga
Pedro
Treinamento de ásana
alimentação;
19 horas
SwáSthyaYôga
Pedro
Pré-Yôga
Pedro
SwáSthyaYôga
Pedro
Pré-Yôga
Pedro
Coreografia
mantra;
20 horas
Pré-Yôga
Isaac
SwáSthyaYôga
Isaac
Pré-Yôga
Isaac
SwáSthyaYôga
Isaac
Mantra e Meditação
E outros.
21 horas
Aula com o Mestre DeRose
Sat chakra
Yôga- Gourmet
22 horas
Uma vez ao mês

Prática na Vida Diária


Mantendo a consciência plena e constante.


Certa vez perguntaram a Shivananda* se ele ainda praticava e qual era o tempo que dedicava a suas práticas. Sua resposta foi simplesmente: “Pratico 24 horas.”

A princípio esta resposta pode parecer um pouco estranha e incompreensível, mas a medida que se mergulha nas profundezas destas palavras compreende-se uma quantidade enorme de conhecimento transmitido de forma implícita. Ele nos revela em poucas palavras um dos princípios mais importantes da Nossa Cultura - a prática na vida diária.

O ideal é que saibamos levar as técnicas realizadas em sala de aula para a vida diária e assim viver um constante treinamento de auto-aperfeiçoamento e autoconhecimento. Não adianta realizar respiratórios explendidos, técnicas corporais maravilhosas, concentrar-se intensamente e depois sair da sala de práticas como se nada tivesse acontecido e voltar para a vida comum tal como o era antes da prática. Como diz o Professor Joris ‘Todas as vezes que você pratica, algo sempre acontecerá...Mesmo que você não perceba. Algo de bom, profundo e definitivamente transformador ocorrerá.” O importante é estarmos atento para estas transformações e a conduzirmos para a vida diária. Aos poucos você irá conseguir manter uma atenção constante a tudo o que ocorre em sua vida.

Uma das mais deliciosas percepções que o nosso método nos proporciona é a projeção da plena atenção, dhárana, nas atividades cotidianas. É manter a continuidade da concentracão em cada ação da vida diária. Seja caminhando, dirigindo, trabalhando, conversando ou o que for que você faça, faça com dhárana (concentracão).

A vida ocorre em cada segundo e cada segundo é importante. Uma quantidade inimaginável de coisas ocorre em uma fração de segundos, porem é importante estarmos atento a isso. O primeiro passo para isso é desenvolver o sankalpa (a intenção) de realmente aplicar a prática na vida diária. Assim, quando se sentar, sente-se, quando se levantar, levante-se, quando caminhar, caminhe. O que quer que faça, não vacile. Uma vez que vá fazer algo faça com todo o seu empenho.

O gostoso deste treinamento constante é perceber que não existem momentos comuns. Sempre há algo de bom e novo acontecendo.


Pratique e divirta-se.

"Quando vamos criar filhos melhores para o mundo?"

quinta-feira, 8 de julho de 2010


“Estão todos pensando em deixar um planeta melhor para nossos filhos. Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o planeta?”


Não sei quem foi o autor desta pergunta, eu a encontrei no blog do Instrutor William Camara e a achei fantástica. Precisamos pensar mais nisto.


Aliás, desenvolver pessoas melhores é o principal trabalho do instrutor do Método DeRose. Somente indivíduos mais conscientes e interventivos poderão de fato fazer um mundo melhor.

Desculpe! Uma palavra mágica.

segunda-feira, 5 de julho de 2010


Extraído do livro Coisas que a vida me ensinou, do Mestre DeRose, sem previsão para publicação.



" A utilização do pedido de desculpas pode evitar até 90% dos conflitos entre amigos e desconhecidos. Só não funciona tão bem entre familiares, mas mesmo assim atenua bastante as tensões.



Deve ser utilizado não apenas quando você cometer algum erro, mas também quando outros os cometerem. Alguém lhe dá um esbarrão, você tem a certeza de que a culpa foi do outro, contudo, diz-lhe: “desculpe”. O outro provavelmente dirá o mesmo. Ou se ele estiver convencido de que a culpa foi sua, dirá “não foi nada”.



Não há preço que compense a economia de saúde a curto e a longo prazo, proporcionada por evitar um confronto, seja ele com desconhecidos, com amigos ou com familiares.


Então, vamos proceder a uma reeducação psicológica. Você aprendeu que quando os outros erram, eles é que têm que pedir desculpas. Agora está reaprendendo: quando você erra, pede desculpas e quando os outros erram você pede também.



Jamais diga: “você não compreendeu o que eu disse”. No lugar dessa indelicadeza, declare com solenidade: “desculpe, creio que eu não me expliquei bem”.E numa circunstância em que assumir a responsabilidade poderia lhe custar um belo prejuízo? Se ocorrer um acidente de trânsito, você tem a certeza de que a culpa foi do outro motorista! Mas ele também tem a certeza de que a culpa foi sua... Então, que tal assumir a culpa e desculpar-se? O seguro paga. Não tem seguro? Então, não é para você que estou escrevendo. Todo o mundo tem seguro de tudo, do carro, da casa, de vida, de assistência médica. Quem não o tem é tão imprevidente que não faz sentido ler um livro destes. E não venha com a estória da falta de dinheiro que isso não convence. Bastaria comprar um carro minimamente mais barato e fazer o seguro.


E como fica a questão do direito e da justiça? Como é que você vai assumir uma culpa que não é sua? Não seria isso uma atitude hipócrita ou meramente covarde? Ao contrário! Definitivamente, é preciso muita coragem e dignidade para assumir a sua própria culpa e, muito mais, a de outrem. Isso foi o que fizeram inúmeros santos e heróis nacionais, pessoas com um elevado sentido de compromisso humanitário a ponto de sacrificar o próprio ego e às vezes, até a vida.

Mas antes de utilizar a estratégia do pedido de desculpas, é preciso eliminar o sentimento de culpa típico das ex-colônias. Na América Latina diz-se o “desculpe-me” com humildade e inferioridade, enquanto que nos países colonizadores utiliza-se esse termo como recurso de superiorizar-se em relação à pessoa com quem se fala.

Na França aplica-se o “pardon M’sier” para chamar a atenção de alguém que tenha sido indelicado ou que

tenha procedido mal em qualquer circunstância.

Na Inglaterra e outros países que falam dialetos do inglês, usa-se a forma “I beg your pardon” (eu suplico o seu perdão) para fazer uma admoestação com superioridade e elegância a quem tiver cometido uma falta, uma arrogância ou impertinência.

Em ambos os casos, a pessoa que pediu perdão, fê-lo de cabeça erguida, com atitude de quem estava acima do outro. Com o pedido de perdão rebaixou o interlocutor, obrigando-o a responder com uma justificativa. No caso do inglês, a pessoa fica instada a modificar sua frase anterior. Se ela havia dito, por exemplo: “O senhor retirou o objeto que estava aqui”, o “I beg your pardon” tem o poder de modificar a atitude do acusador para algo como: “Sinto muito, o que eu quis dizer foi que o senhor pode inadvertidamente ter esbarrado e deixado cair o objeto em questão”. Você nota uma flagrante diferença de postura no pedido de perdão do colonizador e no do colonizado.

Como estou lidando com um leitor que já é viajado e cosmopolita (se ainda não o é, passará a ser com a leitura dos meus livros), posso propor que assuma a postura de elevada auto-estima ao aplicar a estratégia do pedido de desculpas. Ao fazê-lo, você não estará se humilhando nem se rebaixando, mas estará pensando consigo mesmo: “Controlei a situação e dominei esse bruto que tenho diante de mim. Estou satisfeito por ter conseguido fazê-lo com uma inteligente administração de recursos. Na relação custo/benefício, poupei tempo, economizei stress e ainda contabilizei uma pessoa que pode vir a ser útil no futuro.”

O verdadeiro Chai.

sexta-feira, 2 de julho de 2010


Texto escrito pelo Mestre DeROSE
Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.

Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade

Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”

Chazinhos naturébas, não!

Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém. Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.


Veja a receita do autêntico Chai Indiano.

Ingredientes:

1/2 litro de água

1/2 litro de leite integral

5 sementes de cardamomo

2 unidades de canela em pau

6 colheres de sopa de açúcar

3 colheres de sopa de chá preto inglês Earl Grey

1/2 copo de gengibre ralado.

Modo de preparar:

Ferva a água e adicione o gengibre, o cardamomo e a canela.

Acrescente o leite e espere ferver novamente.

Logo que o leite ferver, desligue o fogo e coloque o chá preto em infusão cerca de 3 minutos.

Coe e por último adicione o açúcar.