
Segue um pequeno trecho do Kurlanárva Tantra. Observe o que já estava nas escrituras a milhares de anos atrás e até hoje continua atual.
Neste texto se encerra vários pontos que o Mestre DeRose nos ensina no dia-a-dia.
"Como pode alguém vir a conhecer o propósito da vida humana sem possuir um corpo humano? Por esta razão, tendo obtido a dádiva de um corpo humano, poderia realizar feitos meritórios.
Qualquer um deveria proteger a si mesmo por si mesmo. O si mesmo é o recipiente para tudo. Qualquer um deveria fazer um esforço para proteger a si mesmo. Caso contrário, a Verdade não pode ser vista.
Aldeia, casa, terra, dinheiro, até mesmo um karma auspicioso e inauspicioso podem ser obtidos vezes sem conta, mas não um corpo humano.
As pessoas sempre fazem um esforço para proteger o corpo. Elas não desejam abandonar o corpo mesmo quando acometidas de lepra e outras doenças.
Pelo propósito de alcançar conhecimento, a pessoa virtuosa deveria preservar o corpo com esforço. O conhecimento almeja o Yôga da meditação. Ele será libertado rapidamente.
Se alguém não se previne contra o que é inauspicioso, quem é que, empenhado no bem, passará algum dia para o Self?
Que tolo começar a cavar um poço quando sua casa já esta consumida pelo fogo? Enquanto este corpo existe, qualquer um deveria cultivar a Verdade.
A velhice é como uma tigresa; a vida escorre como água num cântaro quebrado; a doença ataca como os inimigos. Portanto, o bem mais elevado deveria ser cultivado.
Qualquer um deveria cultivar o bem mais elevado enquanto os sentidos ainda não estão frágeis, o sofrimento não firmemente enraizado e as adversidades ainda não tornadas esmagadoras.
Kulanarva Tantra (1. 16-27)
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