
Esta é uma frase fantástica que encerra uma grande dificuldade de todos os seres humanos, o apego excessivo. Todos posuimos em maior ou menor grau o apego a vida, as pessoas, aos objetos ou a uma situação cômoda.
O apego representa a busca pela famosa “zona de conforto”. Nossa tendência à comodida de conviver com situações semelhantes com as quais estamos acostumados. Evitando a todo custo a mudança. Criamos rotinas de trabaho, de lugares a frequentar, de pessoas com quem conviver e evitamos, inconscientemente, situações novas ou inesperadas. Relembre de quando você começou algo novo, na maioria das vezes desejou que algum conhecido estivesse com você.
Insegurança e apego gerados pelo: Medo. É ele que nos leva ao apego excessivo. E este apego leva a uma série de sentimentos e atitudes desagradáveis tais como o ciúme ou o ódio.
Einsten falava sobe a inércia que é exatamente a força que tende a nos manter sempre em um estado latente como se não fossemos capaz de mudar, ou simplesmente não quiséssemos fazê-lo.
Einsten falava sobe a inércia que é exatamente a força que tende a nos manter sempre em um estado latente como se não fossemos capaz de mudar, ou simplesmente não quiséssemos fazê-lo.
Nos acomodamos com uma situação mesmo que ela não seja lá assim tão confortável. É o caso, por exemplo, da comodidade em um relacionamente desgastado. O qual preferimos manter do que finalizá-lo, mesmo que isso nos custe uma série de contratempo e desgosto.
Patáñjali diz que os principais obstáculos para se chegar ao samádhi são: a incultura (campo onde nascem todos os demais ), o egotismo (quando se confunde o “eu”com o Self ou Púrusha), a exaltação das paixões (busca constante pelo prazer), a aversão injustificada (derivada da dor) e o apego excessivo à vida (que é natural e está presente até no mais sábio).
Patáñjali diz que os principais obstáculos para se chegar ao samádhi são: a incultura (campo onde nascem todos os demais ), o egotismo (quando se confunde o “eu”com o Self ou Púrusha), a exaltação das paixões (busca constante pelo prazer), a aversão injustificada (derivada da dor) e o apego excessivo à vida (que é natural e está presente até no mais sábio).
Como forma de atenuar e eliminar tais vrittis (dispersões) Patáñjali recorre especialmente à meditação (dhyána). Mas nos demonstra também outros meio de sutilizá-los. Um destes meios é o ishwara pranidhána a auto-entrega. É exatamente esta auto-entrega que esta demonstrada na frase acima citada. É a capacidade de aceitar que as coisas seguem seu caminho natural e aceitar assim modificar-se sempre que necessário.
Observe-se, perceba seu comportamento no trabalho, na família, nos relacionamentos e em tudo o mais. Você vai se espantar com a quantidade de vezes que se apegou a uma idéia, a um conceito, a uma ação, a um caminho ou mesmo a um posicionamento. Uma vez identificado este hábito você poderá modificá-lo sempre. Como diz o Mestre DeRose: “A realidade é uma questão de ótica.” Outras opções e caminhos sempre existiram. Basta estar de mente aberta para novas idéias e em seguida a mudar a direção.
Para finalizar, ao mudar algo em sua vida não fique a olhar para trás. Levante a cabeça para ver o horizonte de novas possibilidades que se descortina em sua vida.
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