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Aceita um chai?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Texto enviado pelo Mestre DeROSE em 1/9/2009
Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.
Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade
Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”
Chazinhos naturébas, não!

Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém. Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.
DeRose
Segue então a verdadeira receita do Chaí
Ingredientes:

2 litros de água mineral
½ copo de açúcar refinado
2 paus de canela
1 copo de gengibre ralado
½ copo de leite em pó (Ninho)
2 colheres de chá preto inglês
5 sementes de cardamomo

Modo de preparo:

Medir dois litros de água.
Separar 200 ml de água para diluir o leite.
O restante, pôr para ferver.
Pôr as sementes de cardamomo no pilão e triturar.
Lavar e ralar o gengibre.
Pôr o açúcar e canela em uma panela e levar ao fogo. Utilizando uma colher de pau, mexer até ter uma calda.
Adicionar o gengibre e misturar bem.
Acrescentar a água pré-aquecida e o cardamomo.
Deixar ferver. Após a fervura, baixar o fogo e aguardar cinco minutos.
Diluir o leite e adicioná-lo, deixando aquecer por mais um minuto.
Desligar o fogo e adicionar as duas colheres de chá preto.Aguardar um minuto.
Verificar se a garrafa térmica está pronta para receber o chai.
Coar o chai na peneira, depois no filtro e experimentar.
Utilizando o funil, pôr o chai na garrafa térmica.
Um chaí!!!!

Campanha para se ter palavra

texto enviado pelo Mestre DeROSE em 16/7/2008

Quando disser que vai, vá nem que o mundo desabe. Não podemos mais compactuar com o mau-hábito latino-americano de declarar uma coisa e fazer outra.
Se você disser que vai participar de um curso ou evento, a sua palavra precisa ter valor. É preciso poder acreditar em você. Não é admissível que só possamos acreditar se você pagar. E, às vezes, nem assim, pois tem gente que pede o dinheiro de volta!
Durante mais de vinte anos meus discípulos me engabelaram dizendo: “Ah! Mestre, vá à Índia só mais esta vez que eu quero ir. Se você for este ano eu vou...” E eu acreditei (esqueci-me do Axioma Número Um). Na hora H, de todos os 40 ou 60 que, a cada ano, disseram aquela frase somente dois ou três se inscreveram. E tome stress para conseguir o número suficiente de pessoas, caso contrário teria que pagar do meu bolso as despesas feitas com a operadora de turismo para o fechamento das reservas aéreas e terrestres, hotéis, etc. O pior é que em várias viagens tivemos que inscrever de última hora pessoas que não tinham nada a ver com o grupo e quebraram o clima. Tudo porque os 40 ou 60 não honraram a palavra dada.
Quantos empenham a palavra dizendo que vão participar de um curso e na hora do vamos ver não aparecem e nem mesmo avisam que mudaram de idéia. É como se sua palavra tivesse o mesmo valor de uma cusparada. E, considerando que quem cospe é de nível cultural incompatível com o nosso, só me resta deplorar quando alguém que prezamos faz uma coisa dessas.
DeRose

Dia do Yôga - Viagem a São Paulo

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Quem foi sabe! A incrível experiência de se praticar o SwáSthya Yôga rodeado por 600 pessoas. Todos juntos em uma só sintonia, uma só voz nos mantras, uma só egrégora.

A Prática em comemoração ao Dia do Yôga foi indescritível. Arrepios, lagrimas de emoção, o prazer de vivenciar uma prática ministrada pessoalmente pelo sistematizador mundial do SwáSthya Yôga, momentos que ficarão para sempre na memória de quem o viveu.
A viagem, mesmo longa, foi ótima. Curtir os amigos do SwáSthya por 20 horas dentro de um ônibus ... Ufa! Cansaço?! Que nada, a alegria contagiante era muito maior. Uma oportunidade única de fazer novos amigos, estreitar os laços com os antigos e colocar a conversa em dia.
A festa, não da para descrever. Mas, imagine, um salão cheio, som bombando até altas horas., uma galera animada como não se vem em nenhum outro lugar, e o melhor.... nem uma gota de álcool, nada de cigarros e nem drogas! Só no SwáSthya. Depois da festa, só o perfume do próprio corpo que irradiava pelos poros a alegria de vivenciar momentos tão incríveis.
Somos mesmo privilegiados por fazermos parte de um grupo tão especial.
Comendador DeRose... parabéns, muitos anos de vida e muito obrigado por dedicar sua vida a resgatar este legado da humanidade, esta cultura que é única, bela e transformadora.

Pedro Carrer e toda a galera da Uni-Yôga Unidade Oeste
Goiânia/Go






















18 DE FEVEREIRO – DIA DO YÔGA EM GOIÁS

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009


No dia 18 de fevereiro comemoramos o Dia do Yôga no estado de Goiás e em outros 11 estados do Brasil e mais no Distrito Federal. Este dia foi oficializado em nosso estado pela lei estadual número 15.263/2005 em homenagem ao dia do nascimento do Mestre DeROSE.

DeROSE é atualmente uma das maiores autoridades de Yôga no mundo todo tendo escrito mais de 20 livros que já venderam mais de 1.000.000 de exemplares só no Brasil. Foi o responsável pela sistematização do Yôga antigo, o que trouxe de volta ao seio do Yôga sua autenticidade e nobreza, devolvendo a esta arte o seu sentido original, o de ser uma filosofia. Hoje ele coordenada o trabalho da maior rede de escolas de Yôga do mundo com mais de 205 representações em todo o Brasil e mais de 36 no exterior. Cada qual tem o seu diretor, proprietário, mas todas seguem o método proposto por este grande educador.

Temos o orgulho de podermos dizer com toda a certeza e sem falsa modéstia que fazemos parte de um trabalho sério e nobre, que fazemos parte do SwáSthya Yôga, o Yôga mais completo do mundo. O Yôga que produz os melhores resultados e que proporciona de maneira rápida e segura uma enorme evolução pessoal em seus praticantes.

Para comemorarmos esta data em Goiânia faremos uma série de aulas especiais no dia 18 de fevereiro ( quarta-feira), serão aulas abertas e gratuitas a todos os alunos e convidados. Convide um amigo e venha participar.

Segue a programação:

7:00h - Aula especial de SwáSthya Yôga Ortodoxo

8:00h - Workshop de Gerenciamento de Stress


9:00h - Workshop de Meditação

17:00h -Workshop de Respiração

18:00h - Workshop de Flexibilidade

19:00h- Aulão especial com ênfase em Mantra ( 1,5 hora de prática)

20:30h - Coquetel de comemoração ao dia do Yôga com sorteio de Livros, CDs e DVDs.

Todas as atividades são gratuitas. Basta nos ligar e reservar sua vaga.

Obs.: 1) Será Cancelada a aula de Pré-Yôga das 20 horas.
2) Todas as atividades tem um número de vagas limitadas, reserve já a sua vaga.